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feitas e centenas de
livros escritos para esclarecer esse gostoso e excitante
assunto. Acompanho de perto, aliás, juntinho, este latejante tema.
Vi outro dia no programa do Jô Soares uma sexóloga sergipana dando uma
entrevista sobre orgasmo feminino. A mulher, que mais parecia a gerente
comercial da Wallita, falava do corpo como quem apresenta o desempenho de uma
nova cafeteira doméstica.
Apresentou uma pesquisa que foi feita nos Estados Unidos para medir a descarga
elétrica emitida pela piriquita na hora do orgasmo, e chegou à incrível
conclusão de que, na hora H, a periquita dispara uma descarga de 250.000
microvolts. Ou seja, cinco pererecas juntas, ligadas na hora do "aimeudeus",
seriam suficientes para acender uma lâmpada. Uma dúzia, então, é capaz de
dar partida num fusca com a bateria arriada.
Uma amiga me contou que está treinando para carregar a bateria do telefone
celular. Disse que gozou e, tcham, carregou. É preciso ter cuidado porque isso
não é mais perereca, é torradeira elétrica. E se der um curto circuito na
hora de "virá o zoinho" além de vesgo a gente sair com mal de
Parkinson e com a linguicinha torrada.
Pensei: Camisinha agora é pouco, tem de mandar encapar na Pirelli ou enrolar
com fita isolante. E na hora H não tire o tênis nem pise no chão molhado...,
pode ser pior!
É recomendável, meu amigo, na hora que você for molhar o seu biscoito lá na
canequinha de sua namorada perguntar : é 110 ou 220 volts?? Senão, meu xará,
depois do que essa mulher falou lá no Jô, pode dar ovo frito no café da manhã."
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